Equipes e equipamentos próprios com capacidade de perfuração de até 2.500m de profundidade
A Engeper atua em diferentes frentes do ciclo hídrico e energético, com soluções completas e tecnologia de ponta para projetos de alta performance.
Cuidamos de todo processo: Projeto, licença de perfuração, outorga de uso, análises laboratoriais e instalação de monitoramento remoto por telemetria.
Poços a partir de 300m de profundidade. Somos responsáveis pelo poço artesiano mais profundo da América Latina para abastecimento público em 20″ com 1.650m de profundidade
Com domínio executivo, os poços de rebaixamento de lençol freático garantem que a presença de água subterrânea não interfira na execução, segurança ou desempenho de sua obra.
Projetos minunciosamente desenvolvidos e execução precisa para os mais complexos escopos. Perfurações direcionais para mineração, fibra ópticas e obras de engenharia.
Com capacidade de atender as mais exigentes demandas, o acompanhamento do comportamento da água no maciço e na fundação da barragem ao longo do tempo, faz dos poços de monitoramento de barragens um sistema de alerta preventivo.
Perfuração da 1ª e 2ª. Etapas de Poços de Petróleo onshore.
Nossa sonda perfuratriz auto transportável otimiza a mobilização entre os poços
Acompanhe sua obra em tempo real.
Tenha acesso exclusivo e transparente ao andamento do seu projeto por meio de câmeras 24 horas instaladas diretamente no canteiro de obras.
Acompanhe tudo através de um dashboard completo, com relatórios diários que garantem controle total, assertividade e confiança na tomada de decisão.
Descubra o tipo de poço ideal para sua região.
Consulte o mapa hidrogeológico do Sudeste e identifique a produtividade do aquífero local.
Cada cor indica o potencial de vazão dos poços:
Na Região Sudeste, os aquíferos fissurais englobam basicamente duas grandes categorias: os basaltos (Formação Serra Geral) e as rochas precambrianas (cristalinas e metavulcanossedimentares). O potencial de produção dos aquíferos precambrianos é, de modo geral, reduzido (exceção da região Ipatinga-Coronel Fabriciano / MG). Poços tubulares com valores mais elevados de vazão e de vazão específica podem estar associados à exploração simultânea de camadas sedimentares e de rochas cristalinas. Em São Paulo, o Aquífero Serra Geral (basaltos) é o mais explorado e de onde são retirados grandes volumes de águas subterrâneas a profundidades economicamente viáveis. Milhares de poços exploram diretamente os basaltos, embora boa parte tenham captação mista (basalto/arenito). Vazões superiores a 100 m³/h (como as observadas nas regiões de Ribeirão Preto, Araraquara, São Carlos e Sertãozinho) estão quase sempre associadas à maior incidência de fraturas, à espessura dos derrames e à ocorrência estruturas características (zonas vesiculares, amigdaloidais e de disjunção horizontal).
A Província Cristalina (propriamente dita) reúne rochas de natureza granítica, associadas aos Complexos Gnáissico-Graníticos, Gnáissicode Migmatíticos, Granulíticos, Suítes Graníticas e Granitóides. As águas armazenadas (geralmente provenientes das chuvas) circulam através das fraturas, abertas e interconectadas, o que confere a este sistema um caráter extremamente heterogêneo. Já a região dominada pelos derrames vulcânicos, constitui zonas com características de produtividade bastante variáveis com vários poços apresentando vazões entre 10m³/h e 40m³/h.
Na Região Sudeste, esta província hidrogeológica reúne boa parte das bacias metassedimentares de idade proterozóica, englobando rochas de incipiente grau metamórfico. Inclui, principalmente, as unidades do Supergrupo Espinhaço, Grupo Bambuí e Grupo Paranoá. Caracteriza-se hidrogeologicamente por apresentar porosidade mista (de interstícios e de fraturamento), embora o caráter fissural geralmente prevaleça. Nos trechos onde o fraturamento é mais intenso e a alimentação (através das chuvas) é mais efetiva, as vazões são, em geral, mais elevadas.
Esta faixa de vazões ocorre com grande incidência na região, possivelmente influenciada por fatores geológicos (litologia, fraturamento e manto de intemperismo), tectono-estruturais e fisiográficos. Os aquíferos desta província apresentam, em geral, difíceis condições de jazimento e de circulação das águas subterrâneas.
Em algumas áreas da Bacia Sedimentar do Paraná ocorrem poços com vazões relativamente reduzidas, em função do posicionamento estratigráfico e da maior presença de litologias psamíticas (um bom exemplo é o Aquífero Passa Dois). Os Depósitos Cenozóicos representam aquíferos porosos e permeáveis, em que as vazões são geralmente inferiores a 10 m³/h. A grande diversidade litológica (arenitos, argilas e conglomerados) e de espessura resultam em vazões igualmente variáveis. Em áreas litorâneas suscitam cuidados em relação à cunha salina, que pode afetar a salinidade das águas subterrâneas. O Aquífero Taubaté, na região de Taubaté e Pindamonhangaba, apresenta vazões inferiores a 10 m³/h.
Na área ocupada pelo Aquífero Bauru alguns poços apresentam vazões reduzidas, em função, sobretudo, de um certo endurecimento dos estratos ou por questões de posicionamento topográfico (cotas topográficas elevadas) e morfológico (escarpas). Também o SAG, apresenta comportamento hidráulico bastante variável, decorrente não só da heterogeneidade dos sedimentos deste conjunto sedimentar (variações faciológicas e paleo-ambientais), como das variações geradas a partir de seu posicionamento estrutural.
Os vários tipos litológicos (granitos, granodioritos, ortognaisses, tonalitos, xistos etc) encerram unidades de porosidade intergranular praticamente nula. O meio aquífero está representado por fraturas e diáclases que, em alguns locais, conferem a determinados conjuntos litológicos potencial hidrogeológico fraco. Em certos trechos, a baixa densidade de fraturas interconectadas e as condições topográficas desfavoráveis (porções mais elevadas do escudo cristalino) reduzem as possibilidades hidrogeológicas.
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